Da:Band News FM
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Ignorância, falta de vontade política, incompetência e má gestão são os principais responsáveis pelas tragédias provocadas pelas chuvas no Brasil.
A avaliação é de uma das maiores especialistas em desastres naturais do mundo, Debarati Guha Sapir, diretora do centro de pesquisa sobre a epidemiologia dos desastres, que trabalha em parceria com a ONU e é referencia mundial no assunto.
Em entrevista exclusiva à BandNews FM direto da Bélgica, onde é professora da Universidade de Louvain, a especialista afirmou que a falta de investimento em políticas de prevenção está ligada a dois fatores: uma é que os governos não estão administrando direito, não veem os riscos, não dão a prioridade adequada por ignorância e incompetência para elencar prioridades.
O outro fator destacado pela especialista é de que as pessoas que são afetadas estão em comunidades pobres e não tem o peso político para atrair atenção para os problemas. Mas, se as comunidades são pobres, o Brasil não é, alerta a especialista.
Segundo Debarati Sapir, o país – a oitava maior economia do mundo – tem recursos e capacidade técnica para evitar tragédias relacionadas com as chuvas.
Debarati, que já morou em São Paulo realizando trabalhos em períodos de enchentes e trabalhou com o problema em dezenas de países, reforça a ideia de que a falta de dinheiro não pode ser usada como desculpa para a falta de ações de prevenção.
Segundo ela, até Bangladesh, um dos países mais pobres do mundo, conseguiu controlar os problemas das enchentes com a construção de represas, diques, aterros e a adoção de leis de uso da terra.
A diretora do centro que fornece à ONU dados sobre as vítimas de desastres naturais no mundo atribui o problema recorrente no Rio de Janeiro a dois fatores: a alta densidade populacional e a forte urbanização.
As chuvas recentes que atingiram o estado fluminense já causaram mais de 350 mortes. Uma tragédia que, segundo a maior especialista sobre o assunto no mundo, poderia ser prevenida.
A avaliação é de uma das maiores especialistas em desastres naturais do mundo, Debarati Guha Sapir, diretora do centro de pesquisa sobre a epidemiologia dos desastres, que trabalha em parceria com a ONU e é referencia mundial no assunto.
Em entrevista exclusiva à BandNews FM direto da Bélgica, onde é professora da Universidade de Louvain, a especialista afirmou que a falta de investimento em políticas de prevenção está ligada a dois fatores: uma é que os governos não estão administrando direito, não veem os riscos, não dão a prioridade adequada por ignorância e incompetência para elencar prioridades.
O outro fator destacado pela especialista é de que as pessoas que são afetadas estão em comunidades pobres e não tem o peso político para atrair atenção para os problemas. Mas, se as comunidades são pobres, o Brasil não é, alerta a especialista.
Segundo Debarati Sapir, o país – a oitava maior economia do mundo – tem recursos e capacidade técnica para evitar tragédias relacionadas com as chuvas.
Debarati, que já morou em São Paulo realizando trabalhos em períodos de enchentes e trabalhou com o problema em dezenas de países, reforça a ideia de que a falta de dinheiro não pode ser usada como desculpa para a falta de ações de prevenção.
Segundo ela, até Bangladesh, um dos países mais pobres do mundo, conseguiu controlar os problemas das enchentes com a construção de represas, diques, aterros e a adoção de leis de uso da terra.
A diretora do centro que fornece à ONU dados sobre as vítimas de desastres naturais no mundo atribui o problema recorrente no Rio de Janeiro a dois fatores: a alta densidade populacional e a forte urbanização.
As chuvas recentes que atingiram o estado fluminense já causaram mais de 350 mortes. Uma tragédia que, segundo a maior especialista sobre o assunto no mundo, poderia ser prevenida.

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