quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

DIETA DO CORPO CETÔNICO – CHEGA DE GORDURINHAS!!!

A Dieta cetônica, defende a eliminação do consumo de carboidratos.

Ela segue a mesma linha da Dieta das proteínas, atacando diretamente as gorduras acumuladas em excesso.
Quando os carboidratos estão escassos, o organismo
busca outra forma de energia iniciando assim a quebra da gordura (ácidos graxos). Em outras palavras, da quebra dos ácidos graxos são produzidos os corpos cetônicos. E essas fontes alternativas de energia para seu organismo, seriam as gorduras acumuladas.
Para conseguir emagrecer mais rápido você tem que eliminar qualquer consumo de carboidrato nas primeiras 48 horas da dieta.

Já nesses dois primeiros dias você já sentira a diferença, como diminuição de culotes e barriga. E ajuda a reduzir a celulite.

Tente unir essa dieta a atividades físicas, aí sim a diferença será radical.

Para evitar hipoglicemias, alimente-se bem, pois o organismo conseguirá transformar os alimentos consumidos em energia para ter seu dia a dia e ainda poder malhar.

Assim como a Dieta das proteínas de Atkins e Dieta de South Beach aditivada, o cardápio é livre , existem os alimentos que pode ou não comer.

O mais importante é  NÃO INGERIR CARBOIDRATOS. Caso isso aconteça terá que recomeçar a dieta.
Existe um limite de “consumo acidental tolerável de carboidrato” de até 5 gramas nesses dois primeiros dias e até 40 gramas depois desses primeiros 2 dias.

Você sentirá um pouco de fome nesses dias, não passe fome, como algo permitido.
ALIMENTOS PROIBIDOS
 
CEREAIS: arroz, trigo, milho, feijão, grão-de-bico, lentilha, ervilha, amendoim,

FRUTAS: TODAS AS FRUTAS DEVEM SER EXCLUÍDAS, POIS TEM AÇÚCAR. COM EXCEÇÃO DO LIMÃO.

TUBÉRCULOS: EX: batatinha, batata-doce, batata salsa, mandioca, cenoura, beterraba.

AÇUCARES: sacarose, glicose, lactose, maltose, frutose ou levulose .

OUTROS: Leite, bolacha, farinha e seus derivados, mel, melado, geléia real, cerveja, lêvedo de cerveja, apresuntado, maisena, macarrão, doce, iogurte, pudim, achocolatados. Evitar industrializados, por terem conservantes (muitas vezes carboidratos), salaminho, salsicha , conservas, sagu, coxinha, torta, salgados congelados em geral, etc.

ALIMENTOS LIBERADOS

Pode comer à vontade.

requeijao-sem-carboidratoRequeijão sem 0% de carboidrato ( foto ao lado) Boa dica da LOLA!
Creme de leite, bacon, ovos, lingüiça de porco,
carnes de peixe, frango, porco e gado, presunto cozido, queijo em geral (qualquer tipo de queijo), nata, frutos do mar em geral.
* Alimentos industrializados, conservas, hambúrgueres, salsichas, enlatados, e produtos dietéticos que estejam descritos em seus rótulos sem carboidratos e açúcares, podem ser consumidos.
* 2 castanhas do pará ou 3 Nozes ou 4 amêndoas no máximo por dia. Depois dos dois primeiros dias.
* Até 2 colheres de sopa de linhaça triturada ou outra semente como a quínoa.

VERDURAS E LEGUMES.

Repolho, alface, tomate ( nos primeiros 15 dias com moderação), couve-flor, couve, brócolis, pimenta,
cebola, pepino, abobrinha, limão(Taiti), quiabo, nabo, rabanete, acelga, jiló, salsão, chicória, escarola, palmito, berinjela, azeitona, pimentão e salsa.

BEBIDAS LIBERADAS

Água, chás, Café, refrigerante dietético, limonada ( só não use limão rosa).
Quanto aos adoçantes se puder evitar os que contém sorbitol será melhor, mas seu consumo não é exatamente proibido.

MAS ATENÇÃO É UMA DIETA DE EMERGÊNCIA NÃO DEVE SER FEITA EM UM PERÍODO MAIOR DO QUE 15 DIAS OU ACOMPANHAMENTO MÉDICO, É APENAS PARA QUEM QUER PEDER UMA MÉDIA DE 05KG EM UMA SEMANA POR ALGUM MOTIVO ESPECIFÍCO!!!!

NADA DE ABUSAR HEIN...

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Depressão – causas e fatores de risco


                                                   Quais as causas da depressão?



As causas da depressão não são completamente esclarecidas, sendo resultado provavelmente da combinação de fatores genéticos, biológicos e ambientais. Você já deve ter ouvido falar que na depressão ocorre um desequilíbrio químico no cérebro, sugerindo que a depressão seria uma doença orgânica, e não psicológica. No entanto, todos os transtornos psicológicos podem apresentar sintomas físicos, assim como as doenças orgânicas também apresentam algum componente relacionado à mente. É verdade que ocorrem desequilíbrios químicos cerebrais, nos pacientes com depressão, que geralmente desaparecem com o tratamento psicoterápico, mesmo quando o paciente não faz uso de medicamentos para corrigir esses distúrbios. Isso sugere que o desequilíbrio químico seria uma resposta do organismo à depressão psicológica.

Alguns tipos de depressão acometem membros da mesma família, o que indica a possibilidade de uma vulnerabilidade genética/hereditária. Parece ser esse o caso do chamado transtorno bipolar e, em menor grau, do transtorno depressivo maior. Alguns estudos realizados com famílias, nas quais existem membros acometidos pelo transtorno bipolar, em cada geração, mostraram que os indivíduos acometidos apresentam alguma alteração genética que os não-acometidos não apresentam.

No entanto, o contrário não é verdadeiro. Nem todas as pessoas com possível vulnerabilidade genética desenvolvem o transtorno. Fatores adicionais, ditos ambientais, como o estresse, e outros fatores psicológicos parecem estar envolvidos no desencadeamento da doença. Do mesmo modo, o transtorno depressivo maior também parece ocorrer em famílias, geração após geração, mas não com uma freqüência que sugira uma causa orgânica. Além disso, o transtorno também ocorre em indivíduos que não apresentam história familiar de depressão. Assim, embora existam alguns fatores biológicos que contribuam para a ocorrência da depressão, ela é um distúrbio claramente psicológico.

Diversos fatores psicológicos parecem ter um papel na probabilidade de desenvolvimento de depressão, especialmente as formas graves. Provavelmente, esses fatores são os principais responsáveis por outras formas de depressão leve e moderada, principalmente a chamada depressão reativa. Esse tipo de depressão é geralmente diagnosticado como um distúrbio de ajuste, durante o tratamento.

Pessoas com baixa auto-estima, que vêem o mundo e a si mesmas com pessimismo ou que são facilmente arrebatadas pelo estresse, estão mais propensas ao desenvolvimento de depressão. Os profissionais da psicologia frequentemente descrevem fatores de aprendizado social, como sendo significativos no desenvolvimento da depressão, bem como outros fatores psicológicos. As pessoas aprendem formas bem e mal-adaptadas de manejo do estresse e de resposta aos problemas enfrentados no ambiente familiar, na escola e nos ambientes social e profissional. Esses fatores, relacionados ao ambiente, influenciam o desenvolvimento psicológico e a forma como as pessoas tentam resolver seus problemas, à medida que eles surgem. Esses fatores de aprendizado social também explicam porque os problemas psicológicos parecem ocorrer mais frequentemente em membros da mesma família. Se uma criança cresce em um ambiente pessimista, no qual o desencorajamento é comum, e o encorajamento é raro, ela vai desenvolver uma propensão à depressão.

Uma perda grave, doenças crônicas, problemas de relacionamento, estresse no trabalho, crises na família, problemas financeiros ou qualquer alteração na vida, que não seja bem-vinda, podem desencadear um episódio de depressão. Frequentemente, uma combinação de fatores biológicos, psicológicos e ambientais, estão envolvidos no desenvolvimento dos transtornos depressivos, bem como de outros problemas psicológicos.


1) Sexo e Depressão
 
- Depressão em mulheres: estima-se que, em qualquer momento de suas vidas, cerca de 5% a 9% das mulheres apresentam um episódio depressivo, comparada a uma porcentagem de 1% a 3% entre os homens. Além desse maior risco de desenvolvimento de depressão, em comparação aos homens, as mulheres são mais propensas a desenvolver múltiplos tipos de transtornos depressivos, como a distimia e o transtorno depressivo maior.

- Depressão em homens: a depressão não é uma doença rara em homens. De fato, sabe-se que meninos, no início da adolescência, apresentam maior risco de depressão do que as meninas da mesma idade. Homens idosos também apresentam risco muito maior de suicídio e, como as mulheres, apresentam risco de complicações de saúde devidas à depressão. Os estudos mostram que os homens, mais freqüentemente, tentam mascarar sua depressão com o uso de bebidas alcoólicas, o que pode ser responsável pela menor taxa relatada de depressão em homens. Foram sugeridos os seguintes indicadores para a identificação de homens com depressão:
  • Baixa tolerância ao estresse;
  • Comportamento impulsivo, com ocorrência de "acessos";
  • História de abuso de álcool ou outras substâncias;
  • História familiar de depressão, alcoolismo ou suicídio.
2) Idade e Depressão
 
- Depressão em crianças e adolescentes: um estudo realizado na Austrália mostrou que 2,1% das meninas e 3,7% dos meninos com idade entre 6 e 12 anos vivenciaram episódio depressivo no decorrer de um ano. Antes da puberdade, a depressão é mais comum entre os meninos; após essa fase, torna-se mais comum entre as meninas.

- Depressão em idosos: estima-se que aproximadamente um terço dos idosos apresente transtorno depressivo.

3) Status Socioeconômico
 
De uma maneira geral, pertencer a um grupo com menor poder aquisitivo representa um fator de risco importante para o desenvolvimento de depressão. O dinheiro, é claro, garante acesso a cuidados médicos de qualidade, mas isso não explica completamente o fato de as pessoas mais pobres apresentarem mais frequentemente transtornos depressivos. Indivíduos de qualquer nível socioeconômico apresentam risco de depressão, caso apresentem alguma doença crônica ou sejam socialmente isolados.

4) História Familiar
 
A presença de depressão, em membros da família, aumenta o risco de depressão nos outros membros. Pesquisadores têm relatado que a ocorrência de episódio depressivo com duração de um a dois meses é capaz de aumentar o risco de depressão nos filhos. Quanto mais grave a depressão materna, maior o risco de depressão na criança. Em um ciclo perpetuador, ter depressão durante a infância aumenta o risco de depressão na idade adulta. Além disso, sabe-se que os companheiros de pacientes deprimidos também apresentam risco aumentado de desenvolver essa doença.

5) Conseqüências de Perdas e Traumas
 
Pacientes que apresentaram episódios depressivos graves, freqüentemente relatam um evento estressante como precipitador da doença. A ocorrência de eventos graves, durante a infância, aumenta o risco de depressão na idade adulta. A separação dos pais, a ocorrência de abuso físico e experiências de medo, estão especialmente associados ao desenvolvimento de depressão, na idade adulta.
A ocorrência de eventos estressantes, na idade adulta, também é capaz de desencadear um episódio depressivo. A perda de um companheiro (por exemplo, um divórcio ou morte) é um fator de risco para depressão. De fato, a perda do ente amado é o fator desencadeante mais frequentemente relatado pelos pacientes. Porém, todas as perdas importantes causam reações de tristeza. Os indivíduos que desenvolvem depressão após uma perda, provavelmente apresentam fatores predisponentes (genéticos e/ou ambientais). A existência ou ausência de relacionamentos fortes, com familiares e amigos têm efeito positivo ou negativo, respectivamente, na recuperação de um episódio depressivo. Muitas pessoas conseguem lidar com isso e acabam não desenvolvendo depressão crônica.

6) Doenças Associadas
 
- Doenças graves ou crônicas: qualquer doença crônica ou grave, que ameaça a vida ou está fora do controle do indivíduo doente, pode levar à depressão.
- Doença da tireóide: as doenças da tireóide podem causar depressão, porém muitas vezes não são detectadas.
- Dores de cabeça: parece existir uma forte associação entre as dores de cabeça e a depressão.
- Acidente vascular encefálico ("derrame"). A ocorrência de um acidente vascular encefálico aumenta o risco de depressão.

7) Tabagismo
 
Existe uma forte associação entre o tabagismo e a suscetibilidade à depressão. As pessoas propensas a desenvolver depressão apresentam uma chance de 25% de desenvolver essa doença quando param de fumar, sendo que esse risco permanece aumentado por alguns meses. Além disso, os pacientes com depressão e tabagistas apresentam menor chance de parar de fumar. Por isso, o antidepressivo bupropion tem-se mostrado útil em ajudar os tabagistas a pararem de fumar.

8) Transtorno de Ansiedade
 
A depressão ocorre comumente, em pacientes portadores de transtornos ansiosos. Quase 100% dos pacientes com depressão apresentam ansiedade concomitante.

9) Insônia e Distúrbios do Sono
 
Os distúrbios do sono são parte dos sintomas da depressão, e mais de 90% dos pacientes deprimidos apresentam insônia. Embora o estresse e a depressão sejam causas de insônia, a insônia pode causar aumento da atividade de hormônios e de vias cerebrais que podem produzir problemas emocionais. Mesmo pequenas alterações no padrão de sono de uma pessoa podem causar alterações importantes no humor.

A Pele e o Sol

Filtros solares

O que são filtros solares?

São substâncias que aplicadas sobre a pele protegem a mesma contra a ação dos raios ultra-violeta (UV) do sol. Os filtros solares podem ser químicos (absorvem os raios UV) ou físicos (refletem os raios UV). É comum a associação de filtros químicos e físicos para se obter um filtro solar de FPS mais alto.

O que é FPS?

FPS significa Fator de Proteção Solar. Todo filtro solar tem um número que determina o seu FPS, que pode variar de 2 a 60 (até agora, nos produtos comercializados no Brasil). O FPS mede a proteção contra os raios UVB, responsáveis pela queimadura solar, mas não medem a proteção contra os raios UVA.
 
O que significa o valor do FPS?

A pele, quando exposta ao sol sem proteção, leva um determinado tempo para ficar vermelha. Quando se usa um filtro solar com FPS 15, por exemplo, a mesma pele leva 15 vezes mais tempo para ficar vermelha, se for usado um filtro com FPS 30, levará 30 vezes mais tempo para ficar vermelha, e assim por diante.
 
A partir do FPS 15 todos os filtros são iguais?

Não. Esta é uma idéia que foi divulgada de forma errada. O filtro solar com FPS 15 bloqueia a maior parte dos raios UV e o aumento do FPS aumenta pouco o bloqueio destes raios. No entanto, o tempo em que o filtro solar continuará a absorver os raios UV será maior quanto maior for o FPS, como explicado acima, aumentando o tempo de proteção.
 
Como devo escolher o FPS do meu filtro solar?

O filtro solar deve proteger a pele evitando o dano causado pela radiação solar. Se o filtro que você utiliza permite que sua pele fique vermelha após a exposição ao sol, isto é sinal de que a proteção não está sendo eficaz. Neste caso, você deve aumentar o FPS ou então reaplicar o filtro solar com um intervalo menor.
O fator mínimo para uma proteção adequada é o FPS 15, aplicando o filtro generosamente sempre 20 a 30 minutos antes de se expor ao sol e reaplicando a cada 2 horas ou após mergulhar.
Entretanto, como o FPS é determinado em laboratórios, sob condições ideais, é recomendado dar uma margem de segurança, usando sempre um filtro solar com FPS igual ou maior que 30.

"Oil free"? Hipoalergênico? Entenda seu filtro solar.

A linguagem utilizada nos rótulos dos filtros solares muitas vezes deixa o consumidor confuso na hora da compra. Aprenda abaixo o que significam os termos mais frequentes e escolha aqueles mais indicados ao seu tipo de pele:
  • Anti UVA e UVB: filtros que protegem contra os raios ultravioleta A e ultravioleta B.
  • Hipoalergênico utiliza substâncias que geralmente não provocam alergias.
  • Livre de PABA ou "PABA Free": filtros que não contém a substância PABA, que tem alto poder de causar alergias.
  • Livre de óleo ou "oil free": filtros cujos veículos não contém substâncias oleosas. São os mais indicados para pessoas de pele oleosa ou com tendência à formação de cravos e espinhas.
  • Não comedogênico: filtros que não obstruem os poros, evitando assim a formação de cravos. São também indicados para pessoas de pele oleosa e com tendência à formação de cravos e espinhas.
Atenção: filtro solar que protege não deixa queimar.
Se você usou o filtro solar e mesmo assim se queimou, ou usou um FPS menor do que deveria, ou não aplicou o filtro da forma correta. Clique aqui e aprenda a usar o filtro solar corretamente.


O verão e a pele: Todo cuidado é pouco

"Verão costuma ser sinônimo de sol, praia e calor. Nesta época do ano, é comum que as pessoas desejem exibir um corpo perfeito. Mas apenas isto não basta. Os brasileiros também gostam de desfilar no verão com um corpo bronzeado. A pele queimada é tida por muitas pessoas como uma característica da aparência saudável. No entanto, os especialistas alertam que a estação é um período que exige atenção e cuidados redobrados com a pele. A ação dos raios solares sobre o corpo desprotegido tem conseqüências sérias. O câncer pode parecer uma ameaça distante, mas as queimaduras são riscos iminentes que podem estragar as férias na praia. Com as crianças, que têm pele bem mais sensível, o cuidado deve ser ainda maior".
A Queimadura

A queimadura se caracteriza pelo contato com substâncias que aumentam a temperatura e provocam a destruição das camadas que compõem a pele. A queimadura tem vários níveis, identificados conforme o tipo de lesão. É difícil encontrar quem nunca chegou à praia e se expôs ao sol por longos períodos, logo nos primeiros dias. Em pouco tempo, a pele fica avermelhada e com sensação de ardência: esta é a queimadura de primeiro grau, tão comum durante o verão. "Ela é superficial, ou seja, a lesão foi apenas da epiderme", explica o médico Ilmeu Dias, presidente da Sociedade Brasileira de Queimaduras em Minas Gerais e coordenador da Unidade de Tratamento de Queimados do Hospital João XXIII, em Belo Horizonte, maior unidade do País em número de leitos destinados a vítimas de queimaduras.
Os Graus

A lesão da pele na chamada queimadura de segundo grau também pode ocorrer por ação do sol. Neste caso, são destruídas camadas mais profundas. "É uma lesão mais dolorosa, com bolhas. É comum que ela ocorra em pessoas que utilizam bronzeadores caseiros, como o óleo das folhas de figo, o urucum e o óleo de avião. Estas substâncias podem provocar até mesmo intoxicação", alerta o Dr. Ilmeu. A lesão de segundo grau é causada pelo sol e, em 85% dos casos, por acidentes domésticos, sobretudo os que ocorrem na cozinha. Comidas e líquidos quentes são algumas das ameaças à pele. O médico ensina que as mães também devem ficar atentas ao preparo do banho dos bebês. A água quente na bacia pode provocar queimaduras.

O uso de produtos químicos sobre a pele, sem orientação médica e sob ação dos raios solares, pode ser ainda mais grave, provocando a queimadura de terceiro grau. A lesão é profunda e séria. Segundo o Dr. Ilmeu, neste caso, todas as camadas da pele são destruídas. "A queimadura é seca e não há regeneração. Suas vítimas precisam ser submetidas à cirurgia para a retirada das partes necrosadas e a realização de um enxerto", explica o médico. Queimaduras de segundo grau sem o cuidado adequado também podem evoluir para a lesão de terceiro grau.
Fator de Proteção

O médico alerta que o bronzeador nunca deve ser usado, mas apenas os protetores e bloqueadores solares. Mesmo adotando o protetor, é preciso observar o período de exposição ao sol, preferindo os horários com raios mais amenos, registrados antes das 10h e após às 16h. "Sem proteção, ninguém consegue ficar sob o sol. Em uma ou duas horas, a pele já começa a arder. O ideal é que a pessoa que acaba de chegar à praia ou que não está acostumada com o sol utilize o protetor de fator 15 ou 20. Depois que a pele se acostumar, pode ser usado o fator 8 ou 10. As pessoas de pele clara, mais sujeitas ao desenvolvimento do câncer de pele, devem usar um fator de proteção a partir de 30", orienta. O médico explica que os raios ultravioleta são fortes e penetrantes. Sua ação pode provocar alterações na célula levando ao câncer de pele.
Cuidados

Para pessoas que se descuidaram e já estão com a pele avermelhada e ardendo, o médico dá algumas dicas. "A pessoa deve tomar um banho frio com duração de dez a 15 minutos, utilizando sabonete neutro. Também deve ser usado um hidratante sem álcool. Os produtos com álcool podem irritar a pele. Se a pessoa sente dor, o melhor é evitar o sol durante dois ou mais dias", recomenda. O Dr. Ilmeu lembra que a radiação existe mesmo quando a pessoa está debaixo do guarda-sol. Neste caso, no entanto, não há lesão. "A maior parte das pessoas não chega à praia ou ao clube antes das 10h, o melhor horário para a exposição ao sol. Por isso, é indispensável usar o protetor, chapéu e ficar debaixo da sombrinha", alerta.
Insolação

Se a pele já apresenta bolhas, uma das características da queimadura de segundo grau, a pessoa deve tomar um banho frio, usar sabonete neutro e buscar assistência médica. Se a queimadura não é muito extensa e profunda, o caso é mais simples. Entretanto, áreas com lesão muito extensa podem levar a algum tipo de agravamento. Nunca se deve colocar produtos caseiros ou pomadas sobre a queimadura. Quando a pessoa apresenta lesão na pele e desidratação, o caso é chamado de insolação.
Crianças

O verão exige cuidados redobrados com as crianças. Na praia ou em clubes, as crianças devem usar bonés e bloqueadores solares, com fator de proteção superior a 50 ou 60. "As crianças devem ser bem hidratadas e nunca deixadas sob o sol após às 10h. Nos indivíduos menores, a insolação pode ocorrer de forma rápida e a queimadura de áreas extensas traz risco de vida", chama a atenção o médico. No verão, pais e mães devem observar a criança com cuidado, garantindo que ela tome líquido enquanto estiver exposta ao sol.

sábado, 15 de janeiro de 2011

10 dicas para levantar o astral


Sabe aqueles dias em que você acorda de mal com o mundo? Sacode a poeira garota! Deixe isso de lado e seja feliz veja algumas dicas que vai fazer você sair dessa deprê


1- Faça as pazes com o mundo. Espreguice bastante antes de se levantar e pense nas coisas boas que você viveu ontem. Abra a janela e agradeça mais esse dia maravilhoso na sua vida. Dê bom-dia a tudo e a todos. Alegria e bom humor atraem energias positivas.

2- Invista em você. Pense em alguma coisa que você queira muito fazer. Vale tudo que você ama fazer comprar uma coisa legal ir ao parque faça o que te deixar feliz.

3- Trace metas. Estipule objetivos que você realmente possa cumprir durante o dia. Pode ser arrumar seu quarto, terminar o trabalho de química, ir à ginástica, comer só coisas saudáveis. Quando a noite chegar e suas metas estiverem cumpridas, você vai se sentir poderosa.

4- Mexa-se. Calce um par de tênis e faça uma bela caminhada. Não gosta de andar? Então caia na piscina, dê umas voltas de bicicleta. Mexer o corpo aumenta a sensação de bem-estar, faz você se sentir ativa e levanta a auto-estima de qualquer uma.

5- Ame-se. Tome um banho morno, lave os cabelos com seu xampu favorito e passe um hidratante bem cheiroso, fazendo uma massagem gostosa no seu corpo.

6- Cante e dance. Ligue o som e coloque as canções de que você mais gosta. Dance na frente do espelho e cante bem alto para botar todas as suas energias pra fora.

7- Valorize-se. Abra o guarda-roupa e escolha um modelito que a deixe linda e realce seus pontos fortes.

8- Ocupe seu tempo com coisas boas. Alugue uma comédia ou um filme com aquele ator gato tudo de bom. Chame sua melhor amiga, estoure uma panela de pipocas, esparrame-se no sofá e pense como esses momentos são deliciosos.

9- Aprenda a dizer “não”. Sabe aquela sua amiga que só fala de calorias e sempre faz você se sentir a mais feia das mortais? Não leve essa tortura adiante. Sem medo de ser feliz, diga: “Essa conversa me deixa deprimida. Vamos mudar de assunto?”.

10- Peça ajuda. Você não tem que dar conta de tudo sozinha. Se estiver triste, peça ajuda, deixe que as pessoas se aproximem de você. Às vezes, uma simples conversa com alguém querido pode deixar seu dia muito mais alegre.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Em 2011 o exercício físico vai ser um hábito em sua vida, veja como

Você já deve ter tentado várias vezes. Seja porque você é magra demais ou de menos. “Na segunda-feira eu começo”, você deve ter pensado. E começou mesmo. Algumas amigas até fizeram companhia. Mas após algumas semanas ninguém quer mais ir à academia. Aí você vai mais algumas vezes, dessa vez sozinha. E finalmente você desiste.
 
Você escova os dentes todos os dias, não? Faz ao menos três refeições diariamente, todas com nomes diferentes, certo? E o que dizer dos programas de TV: segunda uma série, terça um documentário, quarta o jogo, e por aí vai. Então, por que você não tem um lugar na agenda para os exercícios? Aliás, para que agenda? Você precisa incorporar os exercícios no seu dia a dia. Então vamos lá!

 
  • Seja confiante

 
Ter um objetivo claro e preencher um plano de metas ajuda você nesse ponto. E quando começar a ver os resultados você dificilmente irá interromper o hábito.
 
  • Siga o plano

O plano não é fazer exercício?! Quando é dia de fazer exercícios é dia de fazer exercícios. Se seu corpo não quer ir, mas a mente sim, arraste-se até os exercícios, faça algo de menor intensidade, mas não deixe de ir. Inventar desculpas é um hábito que deve ser evitado. Você inventa desculpas para faltar a cinco dias de trabalho? Então não deveria fazer algo assim para fugir do treino. 
 
  • Tenha metas

Você quer chegar em junho mais magra? Ok, então junho de qual ano?
As metas têm de ser reais. Não adianta querer emagrecer meia centena de quilos em um mês.
 Você quer correr uma miei maratona? Então vamos lá, qual a distância que você consegue correr hoje? Em quanto tempo você faz? Achou os números iniciais? Agora é pensar quais os números finais.
 
Acontece todo dia com milhares de pessoas em todo o mundo. Mas algumas pessoas continuam fazendo exercícios físicos. E você deve pensar, “mas, afinal, qual o segredo?”.  Bom, a resposta parece fácil: disciplina e vontade. Mas isso só vai funcionar em curto prazo. 

Então, qual é a resposta correta?

Basicamente: fazer do exercício um hábito, ou seja, parte do seu dia a dia.
 
Compartilhe conosco a sua opinião!!!!
 
 
 

Enchentes estão ligadas à falta de vontade política!!!!!

Da:Band News FM

cidades@eband.com.br

Ignorância, falta de vontade política, incompetência e má gestão são os principais responsáveis pelas tragédias provocadas pelas chuvas no Brasil.

A avaliação é de uma das maiores especialistas em desastres naturais do mundo, Debarati Guha Sapir, diretora do centro de pesquisa sobre a epidemiologia dos desastres, que trabalha em parceria com a ONU e é referencia mundial no assunto.

Em entrevista exclusiva à BandNews FM direto da Bélgica, onde é professora da Universidade de Louvain, a especialista afirmou que a falta de investimento em políticas de prevenção está ligada a dois fatores: uma é que os governos não estão administrando direito, não veem os riscos, não dão a prioridade adequada por ignorância e incompetência para elencar prioridades.

O outro fator destacado pela especialista é de que as pessoas que são afetadas estão em comunidades pobres e não tem o peso político para atrair atenção para os problemas. Mas, se as comunidades são pobres, o Brasil não é, alerta a especialista.

Segundo Debarati Sapir, o país – a oitava maior economia do mundo – tem recursos e capacidade técnica para evitar tragédias relacionadas com as chuvas.

Debarati, que já morou em São Paulo realizando trabalhos em períodos de enchentes e trabalhou com o problema em dezenas de países, reforça a ideia de que a falta de dinheiro não pode ser usada como desculpa para a falta de ações de prevenção.

Segundo ela, até Bangladesh, um dos países mais pobres do mundo, conseguiu controlar os problemas das enchentes com a construção de represas, diques, aterros e a adoção de leis de uso da terra.

A diretora do centro que fornece à ONU dados sobre as vítimas de desastres naturais no mundo atribui o problema recorrente no Rio de Janeiro a dois fatores: a alta densidade populacional e a forte urbanização.

As chuvas recentes que atingiram o estado fluminense já causaram mais de 350 mortes. Uma tragédia que, segundo a maior especialista sobre o assunto no mundo, poderia ser prevenida.